Não te esqueças de que a solução para o problema que te angustia, está a caminho.

Nos tribunais da Divina Justiça, nenhum processo fica parado.

A tua petição, depois de examinada, será deferida de acordo com os teus méritos.

Não te aflijas, antecipando-te às providências que haverão de ser tomadas em favor de tua paz.

Nem agraves a tua situação, tornando inócuas, quando te alcancem, as deliberações em andamento.

Saber esperar é tão importante quanto saber agir.

Toda decisão precipitada acaba sendo uma solução pela metade para o problema que se pretende resolver.

A solução que demora a surgir ainda não encontrou, disponíveis, os elementos que a favoreçam.


Irmão José/Carlos A. Baccelli
livro "Vigiai e Orai"











Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos

1. Disciplinar os próprios impulsos.

2. Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.

3. Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.

4. Aceitar, sem revolta, a crítica e a reprovação.

5. Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.

6. Evitar as conversações inúteis.

7. Receber no sofrimento o processo de nossa educação.

8. Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.

9. Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.

10. Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos, sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.







Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO,
mesmo sabendo que as rosas não falam...

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro
que nos espera pode não ser tão alegre...

Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é,em muitos momentos, dolorosa...


Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS,
mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,
eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS,
Mesmo sabendo que muitas delas são incapazes
de ver, reconhecer e retribuir, esta ajuda...

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo
que inúmeras forças querem que eu caia...

Que eu não perca A VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim...

Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão os meus olhos...

Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda

São dois adversários extremamente perigosos...

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo

que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas...

Que eu não perca o sentimento de JUSTIÇA, mesmo
sabendo que o prejudicado possa ser eu...

Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo
que um dia os meus braços estarão fracos...

Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VIVER, mesmo sabendo

que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia...


Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado...

Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo
sabendo que o mundo é pequeno...

E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente!

Que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...

A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS

E CONCRETIZADA NO AMOR!






Desencanto

Também, Senhor, um dia, de alma ansiosa,
Num sonho todo amor, carícia e graça,
Quis encontrar a imagem cor-de-rosa
Da ventura que canta, sonha e passa.

E perquiri a estrada erma e escabrosa,
Perenemente sob a rude ameaça
Da amargura sem termos, angustiosa,
Entre os frios do pranto e da desgraça,

Até que um dia a dor, violentamente,
Fez nascer no meu cérebro demente
Os anelos de morte, cinza e nada.

E no inferno simbólico do Dante,
Vim reencontrar a lagrima triunfante,
Palpitando em minh’alma estraçalhada.


Autor: Hermes Fontes
(psicografia de Chico Xavier )

Estudos Doutrinários

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O câncer é uma enfermidade cármica?



1 – O câncer é uma enfermidade cármica?
Segundo informam os mentores espirituais, doenças graves, como o câncer, podem surgir por válvulas de escoamento de desajustes perispirituais, nascidos de nossos desatinos no passado, observada a lei de causa e efeito, que rege nossa evolução. Representam uma espécie de tratamento de beleza para o Espírito.

2 – O fumante inveterado, que fuma dois a três maços de cigarro por dia, dificilmente escapará do câncer no pulmão. Não haveria aí uma exceção?
Ainda aqui temos um princípio de causa e efeito, remontando não ao passado remoto, mas à existência presente. O carma do fumante inveterado será o câncer no pulmão. É um problema de uso. Se usamos mal a máquina física, submetendo-a a excessos e viciações, fatalmente colheremos as conseqüências dos desajustes que lhe estamos impondo.

3 – E no caso do fumante passivo? Hoje está demonstrado, estatisticamente, que há uma incidência significativa de câncer no pulmão em pessoas que “fumam” indiretamente, absorvendo a fumaça de ambientes saturados pelas baforadas dos viciados.
Incontáveis problemas de saúde surgem a partir das condições de vida na Terra, a começar pela poluição dos grandes centros urbanos, gerando não apenas o câncer, mas, também, moléstias do aparelho respiratório. Na atualidade há grande preocupação com a incidência de câncer de pele que é assustadora, em decorrência do desgaste da camada de ozônio, provocada também pela poluição. A relação de causa e efeito, nesses casos, está na indiferença e no desrespeito do homem com a Natureza.

4 – Diríamos que as vítimas de câncer motivado por essas contingências não estão resgatando dívidas?
Há uma tendência no meio espírita de associarmos enfermidade a problemas cármicos, oriundos de vidas passadas, quando, em boa parte, ela surge como um problema de uso. O corpo é uma máquina que tem suas necessidades e limitações. Se não o atendemos em suas necessidades, se não observamos suas limitações, a tendência é ficarmos doentes, como um motorista que terá problemas com seu automóvel se não cuidar bem dele.

5 – Dentro desse contexto, como explicar as tendências genéticas ao câncer? Filhos de pais que tiveram câncer têm uma possibilidade maior de contrair a doença, em virtude da herança genética.
A expressão tendência significa que nem todos os filhos de pais com câncer irão contrair a doença. Aqui entram o carma, as condições ambientes, os cuidados com o corpo. Se não há no perispírito do filho desajustes que favoreçam o câncer, se o ambiente em que vive é saudável, se cuida bem com o corpo, dificilmente contrairá a moléstia, ainda que ela conste de seu histórico familiar.

6 – Para muita gente o câncer equivale a um anúncio de morte próxima. Deixam-se dominar pela doença e efetivamente morrem. É uma postura correta?
Totalmente incorreta. Foi-se o tempo em que o câncer equivalia a um atestado de óbito. A Medicina evoluiu muito nessa especialidade. O que o paciente não pode é entregar-se ao desânimo. A vontade de viver é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento.

7 – Uns morrem de câncer, outros o superam e recobram a saúde. Não haveria aí a fatalidade da morte. Para uns chegou a hora, para outros não?
Pensando assim seria o caso de renunciar a qualquer medicação, deixando tudo por conta do destino. O que se sabe é que os que renunciam ao tratamento raramente escapam da morte. Os que se tratam, guardando os cuidados necessários, ganham maior espaço para viver. Podemos ter câncer por problema cármico, mas não temos necessariamente que morrer vitimados por ele. Na atualidade, são notáveis os avanços da Medicina, contabilizando índices altos de cura, principalmente quando o mal é detectado no início.

8 – Nesse aspecto, como podemos situar a ação da Medicina?
A Medicina é a misericórdia de Deus, minorando nossos padecimentos, quando inevitáveis, curando nossos males, quando possível. Em linhas gerais ela sustenta-nos a vida, oferecendo-nos condições para uma existência saudável e produtiva, atendendo às finalidades da jornada humana.


Richard Simonetti

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